O conceito de sustentabilidade surgiu, originalmente, em um contexto puramente ambiental. No decorrer do tempo, porém, esse termo começou a ser aplicado em outras áreas, como no mundo corporativo. A gestão sustentável passou, então, a integrar os objetivos estratégicos de muitas organizações.

Nossa realidade é, a cada dia, mais fluida. No espaço de poucas décadas, o mundo se tornou mais ágil e dinâmico, impactando profundamente os ambientes de negócios.

Sendo assim, do ponto de vista empresarial, um dos maiores desafios da atualidade é a necessidade de lidar com as demandas de uma população que cresce vertiginosamente, com o subsequente acréscimo nos ritmos de consumo e a diminuição dos recursos naturais.

Pensando nisso, ao longo deste artigo abordamos o conceito de gestão sustentável e daremos algumas dicas de como aplicá-lo aos processos organizacionais, selecionando parceiros e produtos que apresentam bom rendimento e respeitam o meio ambiente. Boa leitura!

O que é gestão sustentável?

Antes de tratar da gestão sustentável, é conveniente observar em que contexto surgiu o conceito de sustentabilidade, alcançando, dessa forma, uma compreensão mais ampla e completa do assunto.

Conforme mencionado, seu embrião pode ser encontrado nos movimentos sociais que lutaram, durante a década de 1970, pela preservação do meio ambiente. Evidenciou-se, à época, que o ritmo do desenvolvimento econômico atingido pelas sociedades industrializadas chegava a níveis inéditos.

A população mundial crescia exponencialmente e, com isso, o consumo também aumentava. As consequências? Mais e mais recursos naturais eram demandados e a degradação do meio ambiente se alastrava.

Em tal cenário, as preocupações acerca das questões ambientais se difundiram com força e vigor, gerando, em amplos segmentos da sociedade, uma inescapável sensação de urgência na busca por soluções alternativas.

Com o passar do tempo, a palavra “sustentabilidade” passou a ser utilizada de diferentes maneiras. Um exemplo é a definição de “desenvolvimento sustentável”, constante do relatório de 1987 da Organização das Nações Unidas (ONU): “é a capacidade de suprir as necessidades do presente sem comprometer a capacidade das futuras gerações de suprirem suas próprias necessidades”.

O desenvolvimento sustentável, portanto, diz respeito à evolução da sociedade com o esforço de minimizar os impactos ao meio ambiente, tendo suas necessidades e demandas atendidas com consciência, equilíbrio e total responsabilidade sobre o que é produzido e o que deve ser destinado ao descarte. O objetivo é preservar não apenas os interesses imediatos, mas, também, o das gerações futuras.

Ao implementar essa concepção ao segmento empresarial, é possível definir a gestão sustentável como um modelo de gestão corporativa que adota, em seu escopo de processos, ações diversas para alcançar o sucesso no mercado, sempre se baseando nos pilares da sustentabilidade, ou seja, na consideração, no respeito e, igualmente, na preservação dos recursos ambientais, sociais e financeiros.

É um método de administração empresarial que tem como princípio impactar positivamente o ambiente e a sociedade, prezando pelo bem comum. No que se refere ao elemento ambiental, isso se refere à utilização racional e consciente de insumos de origem natural, buscando minimizar os danos e maximizar os efeitos positivos desses produtos.

O aspecto social, por sua vez, engloba as políticas e as práticas institucionais dotadas de responsabilidade social.

Finalmente, no que concerne ao pilar econômico, isso quer dizer, na verdade, a preocupação das empresas em manter a sustentabilidade dos negócios. Ou seja, manter suas transações funcionando a pleno vapor, a fim de obter um fluxo constante de lucros e altos níveis de retorno do capital investido.

Em outras palavras, a gestão sustentável é um modo de as empresas se manterem vivas e prósperas, competindo vantajosamente no mercado, com o intuito de assegurar que, no futuro, as pessoas e as organizações continuem a usufruir dos recursos naturais.

Por que ser uma empresa sustentável?

A gestão sustentável é uma solução inteligente para a realização de negócios, com vistas a assegurar a sua durabilidade, um crescimento sólido e a obtenção dos resultados previstos — seja em curto, médio ou longo prazo. Trata-se de uma excelente oportunidade de efetuar negócios que geram um aumento dos lucros calcado na sustentabilidade.

Independentemente do tamanho da empresa, a adoção de práticas sustentáveis permite o acesso a benefícios que seriam, de outro modo, inatingíveis.

Uma organização que alcança esse patamar adquire uma competitividade ímpar no mercado: ela ganha respeito, credibilidade e confiança perante os consumidores e demais stakeholders. Afinal, o negócio se mostra responsável e ético com todos com quem a companhia se relaciona — direta ou indiretamente. Tal percepção é imensamente positiva, sobretudo na consolidação da imagem da marca.

À medida que uma empresa incorpora posturas e práticas sustentáveis, ela passa a ser capaz de administrar os recursos naturais com sabedoria, consumindo água e energia de forma consciente.

Esse uso eficiente dos recursos ajuda, inclusive, na redução dos custos, na diminuição de resíduos nocivos e na elevação dos índices de produtividade. Em outras palavras, os negócios experimentam um novo ciclo de rentabilidade.

Na prática, é uma relação óbvia: se você produz mais consumindo menos recursos, significa que está a aproveitar ao máximo toda as potencialidades das matérias-primas e/ou insumos — consequentemente, a produtividade aumenta de maneira considerável.

Um dos maiores ganhos da gestão sustentável é destinado, sem sombra de dúvidas, à imagem e à reputação da empresa perante os clientes já fidelizados e ao público em geral, considerando os consumidores em potencial.

É mais do que normal que uma empresa busque construir a sua imagem, elaborar as suas estratégias de comunicação e trabalhar o valor e a difusão da marca baseando-se pura e simplesmente em ações de publicidade e marketing. Todavia, isso, por si só, não é o suficiente.

Sobretudo em uma época como a que estamos vivendo, em que a difusão de inúmeras ferramentas tecnológicas possibilita acesso constante e fácil a uma infinidade de informações. Os consumidores atuais, mais exigentes e bem informados do que nunca, pesquisam informações e fazem verdadeiras análises sobre as empresas com as quais consideram fazer negócios.

Nesse contexto, o melhor modo de cativar, conquistar e fidelizar o público é por meio da adoção integral e verdadeira de posturas e atitudes benéficas para tudo e para todos; por meio de práticas que sejam, de fato, vantajosas para toda a sociedade.

“Respeito” é, assim, uma das palavras-chaves que estão incorporadas ao conceito de gestão sustentável. Uma organização que adota esses valores e princípios demonstra que não leva em consideração apenas os preços dos produtos, os lucros e os gastos, mas também respeita valores como a consciência socioambiental.

O cliente verá uma organização que valoriza o trabalho realizado sobre os produtos, bem como suas origens, a mão de obra empregada, os recursos utilizados, os processos, enfim — tudo aquilo que envolve a mercadoria ou o serviço até que eles cheguem, finalmente, nas mãos do consumidor final.

Ética, compromisso com a verdade, autenticidade, transparência e humanidade estão intrinsecamente conectados a uma administração sustentável, pois uma boa conduta empresarial é aquela capaz de impressionar (para além da competência e qualidade técnicas) consumidores, investidores, colaboradores e parceiros. Esses princípios criam um ambiente mercadológico extremamente favorável e positivo para o desenvolvimento e evolução da companhia.

Quais são os desafios para as organizações?

O primeiro desafio da implantação de uma política sustentável é elaborar um sistema de gestão. Não se pode simplesmente incorporar os conceitos e procedimentos da sustentabilidade de forma mecânica, meramente instrumental. Na verdade, ela deve ser parte integrante da visão e da missão da empresa.

É imprescindível definir bem as políticas e planos, baseando-se na ideia de sustentabilidade e desenhando objetivos claros, precisos e, sobretudo, acionáveis. Os aspectos social, econômico e ambiental devem ser contemplados.

Nos dias atuais, existem alguns modelos de gestão que são bastante abrangentes e completos, abarcando esses três aspectos essenciais, presentes nas normas ISO 14001 (gestão do meio ambiente), ISO 16001, ISO 9001 (gestão da qualidade), OHSAS (segurança e saúde ocupacionais) e ISO 26001 (gestão de responsabilidade social).

Porém, outro desafio está justamente na implementação dessas normas. Elas são dotadas de complexidade e amplitude, entretanto, sozinhas não são capazes de assegurar a sustentabilidade da organização.

Aliás, um problema — infelizmente, bastante comum — é que essas normas de regulamentação (assim como as regras internas da empresa) nem sempre estão integradas à corporação — ou estão integradas de forma incorreta e incompleta.

São diferentes regulamentações, sobre pontos e assuntos variados — que podem mudar de acordo com a natureza do negócio. Porém todos podem — e devem — estar sincronizados, para que o modelo de gestão sustentável funcione de maneira plena. Para que isso seja possível, é fundamental ter um norte que reside na governança corporativa.

A governança corporativa — ou compliance — se relaciona à capacidade que uma empresa tem de assegurar uma gestão eficaz, determinando padrões organizacionais para lidar com os desafios dentro e fora do empreendimento, sempre objetivando um excelente desempenho em todos os quesitos e respeitando as leis e regulamentações da área.

A organização deve prevenir a todo custo a efetivação de procedimentos, operações e práticas pautadas em políticas inadequadas ou incorretas — ações que seguem uma linha bastante equivocada e fora dos parâmetros estabelecidos pela concepção de sustentabilidade.

Tais fatos podem, à primeira vista, não parecer diretamente relacionados a uma gestão sustentável, mas certos procedimentos comprometem o desempenho e a capacidade de a empresa ser bem gerida e, consequentemente, podem trazer prejuízos. Um exemplo é quando o empreendedor não separa as finanças da companhia de suas finanças pessoais, usando, desse modo, um “caixa único”.

Inevitavelmente, isso vai resultar em uma péssima administração dos recursos e pode deixar a empresa despreparada para uma série de situações, comprometendo sua vida financeira e a sustentabilidade.

A governança corporativa não é um conceito simples. Implementar um programa de compliance é um processo trabalhoso e envolve uma série de políticas e práticas de diferentes áreas. No entanto, trata-se de uma das principais atividades responsáveis por fazer com que a instituição esteja plenamente preparada — seja para questões internas ou externas.

As restrições de todas as ordens dificultam a missão de administrar as corporações usando princípios sustentáveis. É por isso que apoiar em um bom modelo de gestão é tão importante, pois é ele que permitirá a edificação de bases sólidas para encarar adversidades e desenvolver soluções eficientes.

Que ideias sustentáveis funcionam na prática?

Ideias sustentáveis existem aos montes, mas nem todas funcionam quando aplicadas ao dia a dia da organização. Não que elas não sejam boas ou o úteis, mas porque envolvem uma série de procedimentos e recursos que nem sempre estão disponíveis ou são possíveis de serem aplicados em um dado momento.

Confira, a seguir, algumas ideias que funcionam na prática.

Economia de água, papel e energia

Há muitas campanhas incentivando que a população reduza o consumo de água, papel e energia, mas o fato é que são as empresas — devido a seus processos produtivos — que apresentam o maior índice de consumo desses recursos.

No entanto, esse uso pode ser reduzido consideravelmente quando a organização investe na aquisição de determinados equipamentos. Para a redução do consumo de energia elétrica, por exemplo, a instalação de sensores de movimento em áreas de acesso pode diminuir a conta de luz. No caso da economia de água, as torneiras com fechamento automático garantem um uso racional desse precioso recurso, evitando desperdício. 

A partir dessas iniciativas, é possível modificar processos para reduzir ou até mesmo reaproveitar esses recursos. Além disso, é muito importante promover ações de conscientização e incentivo para que os colaboradores incorporem práticas sustentáveis no cotidiano de trabalho. Isso pode começar com atitudes simples, como não usar copos descartáveis, desligar o ar-condicionado quando a temperatura permitir, não deixar luzes acesas etc.

Reciclagem e reaproveitamento

O consumo de materiais de qualquer tipo gera resíduos, o que culmina na produção de certa quantidade de lixo. Além de significar um desperdício de recursos, o descarte incorreto desse material também é prejudicial ao meio ambiente.

Torna-se necessário, então, buscar um modo de reciclar o que antes seria desprezado. Por exemplo, papéis impressos que já não são úteis podem se transformar em novos blocos de rascunhos e anotações.

Algumas indústrias empregam diferentes equipamentos e promovem mudanças em seus processos produtivos, de forma a reaproveitar a água em alguma outra etapa, tal como uma empresa de limpeza de automóveis pode criar um sistema de escoamento, usar equipamentos para reutilizá-la etc.

Além disso, construções inteligentes, hoje, têm sistemas de reaproveitamento de água da chuva — outra prática sustentável que reflete não só no caixa do empreendimento, mas também em sua imagem.

Equipamentos econômicos

Em termos gerais, uma organização dispõe de máquinas, aparelhos e equipamentos diversos (computadores, impressoras, copiadoras, scanners, ar-condicionado, geladeira, fogões, entre outros) — esses itens consomem energia, mas alguns são mais econômicos do que outros.

Ao adquirir materiais e aparelhos para a sua empresa, é recomendável dar preferência para os mais atuais, uma vez que equipamentos modernos costumam apresentar níveis reduzidos de consumo de energia, em comparação com os mais antigos. Para tanto, sempre observe os padrões de classificação de consumo.

Manutenção de áreas verdes

A manutenção de áreas verdes pode ser muito benéfica para a empresa e para o seu entorno. Um dos maiores diferenciais da adequada manutenção dessas áreas é a capacidade de minimizar os efeitos da poluição por meio do processo de oxigenação. Como o ar fica mais limpo, é possível prevenir a ocorrência de alergias e problemas respiratórios.

Outra vantagem é a redução de ruídos — algo relevante principalmente para organizações situadas em grandes centros urbanos. Além disso, as áreas verdes auxiliam na regulação da temperatura, aumentando os níveis de umidade e diminuindo o consumo de energia elétrica.

Fontes de energia renováveis

Nos processos produtivos, analise a possibilidade de usar fontes de energia renováveis, como a solar. Essas soluções, além de serem ecologicamente responsáveis, vêm experimentando uma redução significativa em seus custos de aquisição e instalação.

Contratar empresas de limpeza e conservação

Contratar empresas de limpeza e conservação é uma excelente alternativa para otimizar recursos e assegurar práticas sustentáveis no dia a dia da organização. Essa opção coloca a sua empresa em contato direto com uma equipe treinada e altamente especializada nessas funções.

Afinal, limpeza e conservação é o core business da terceirizadora, o que, consequentemente, permitirá que você se concentre em suas atividades principais, economizando em tempo e dinheiro, que seria gasto na aquisição de equipamentos, materiais e capacitação de funcionários.

Como garantir a adoção dos colaboradores?

É inviável colocar em prática uma gestão sustentável se o quadro de funcionários não “abraçar a ideia” e colaborar com a sua parte nessa empreitada. Os empregados devem ser vistos como elementos essenciais desse processo.

Engajar a sua equipe de trabalho é um critério básico para a implementação desse modelo de gestão. Por isso, apresentamos dicas úteis e práticas para assegurar a adoção dos colaboradores. Confira!

Invista na capacitação

Para construir uma cultura sustentável, a capacitação dos empregados é de suma importância. Eles devem adquirir todas as informações e conhecimentos necessários para aplicar os procedimentos corretos. Sendo assim, esse momento vai proporcionar uma oportunidade de compreenderem melhor suas funções. Organizar palestras, reuniões e treinamentos são algumas das alternativas.

Promova campanhas de conscientização

Os funcionários devem se conscientizar da necessidade de incorporar práticas sustentáveis não só no dia a dia da organização como também em suas rotinas pessoais. Nesse sentido, os gestores podem distribuir panfletos, folders, espalhar cartazes pelas instalações da empresa, colar avisos — enfim, divulgar materiais para instruir e instigar os trabalhadores a praticarem a sustentabilidade.

Construa um ambiente de estímulo à sustentabilidade

O ambiente de trabalho deve estimular e favorecer práticas de sustentabilidade. Em outras palavras, os gestores pode incentivar o desenvolvimento desse tipo de ação. Uma boa ideia é oferecer recompensas para todos aqueles que as colocam em prática.

Há exemplos de gestão sustentável de sucesso?

Um número considerável de empresas adota modelos de gestão sustentável. Essas organizações conseguiram enxergar a importância desse tipo de postura e as vantagens que ela gera para todos os envolvidos, direta ou indiretamente.

Um exemplo de gestão sustentável de sucesso é o do grupo Votorantim. Essa enorme empresa é responsável por mais de 400 operações industriais de distintas áreas e, por conta disso, a adoção de políticas sustentáveis se tornou um debate comum.

No ano de 2001, a instituição montou diversas equipes para criar e compartilhar projetos e ações envolvendo, entre outras coisas, a questão ambiental. Foi a partir desse ponto que os aspectos socioambientais passaram a figurar nas discussões e nas práticas da companhia.

Criou-se, em 2008, uma Gerência-Geral de Sustentabilidade, cujo intuito é proporcionar orientações ao planejamento e à aplicação de medidas sustentáveis, de modo a assegurar que não haja danos ao meio ambiente e às comunidades de seu entorno em qualquer etapa dos processos de produção. Ou seja, há monitoramento e controle das fases produtivas.

Outro exemplo de gestão sustentável bem-sucedida é o da Schneider Electric. Em um dado momento, a Schneider começou a investir em três frentes distintas de atuação: gestão energética, otimização da produção e energias verdes ou ecológicas. Um dos projetos elaborados pela empresa é o de geração fotovoltaica.

Além disso, a empresa investiu em instrumentos ligados à gestão eficaz dos processos industriais. Essa eficiência, além de permitir um melhor aproveitamento de energia, contribui para a redução da emissão de poluentes. Isso causa um impacto positivo gigantesco na imagem da companhia.

Mais um exemplo bem conhecido é o oferecido pela Toyota. A famosa montadora japonesa começou a criar automóveis ultramodernos, realizando investimentos pesados na elaboração de um modelo de motor híbrido — ou seja, um carro movido a etanol e eletricidade.

A despeito da descrença por parte dos concorrentes, o Prius — modelo ecoeficiente da marca — alçou o título de carro do ano. Como foi uma das pioneiras nesse aspecto, conseguiu um destaque nesse nicho de produtos sustentáveis no ramo automobilístico.

Gestão sustentável como modelo de negócios

A gestão sustentável se apresenta, portanto, como um excelente modelo de negócios para empresas que desejam obter destaque. Não é mais viável a permanência de condutas e práticas que desconsiderem os cuidados ao meio ambiente e a responsabilidade social.

Como vimos, a gestão sustentável para empresas — seja em questões mais pragmáticas ou em aspectos relacionadas à reputação e imagem da marca — produz benefícios comprovadamente indispensáveis.

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